Os aposentados e pensionistas que dependem do depósito mensal do Instituto Nacional do Seguro Social já podem respirar aliviados: o calendário de pagamentos do INSS para fevereiro de 2026 foi divulgado.
A verificação das datas acontece de forma totalmente digital, usando apenas o CPF, o que agiliza a organização das finanças de mais de 39 milhões de beneficiários.
Como consultar o calendário de pagamentos do INSS
O caminho mais rápido continua sendo o Meu INSS. O segurado acessa o site ou o aplicativo, informa CPF e senha do Gov.br e, em segundos, visualiza o extrato de pagamento. Além da data de crédito, o documento apresenta valores, descontos e eventuais empréstimos consignados.
Para quem prefere atendimento humano, a Central 135 permanece operando. O serviço eletrônico funciona 24 horas, e o suporte com atendente ocorre de segunda a sábado, em horário comercial. É preciso ter o CPF em mãos e confirmar alguns dados de segurança.
Apps bancários também exibem a previsão de crédito
Outra alternativa prática envolve o aplicativo ou o internet banking do banco responsável pelo depósito. O canal digital indica o dia exato em que o benefício estará disponível, evitando deslocamentos desnecessários às agências.
Nos caixas eletrônicos, a informação pode ser conferida por meio do extrato de conta. Quem ainda prefere o atendimento presencial deve levar documento oficial com foto para confirmação de identidade.
Vale lembrar que o beneficiário pode compartilhar esses comprovantes com contadores ou familiares que auxiliam na gestão das contas mensais, garantindo transparência sobre sua renda.
Entenda o escalonamento dos depósitos de fevereiro
O calendário de pagamentos do INSS segue duas faixas: quem recebe até um salário mínimo e quem recebe acima desse valor. A primeira leva sempre a primeira rodada de depósitos. A ordem de liberação obedece ao número final do benefício, ignorando o dígito verificador.
Fevereiro costuma ter menos dias úteis e, por isso, alguns créditos migram automaticamente para o início de março. A medida evita atrasos na liquidação bancária e mantém a lógica de não concentrar pagamentos em um único dia.
Piso e teto reajustados em 2026
O novo piso previdenciário de R$ 1.621, já detalhado pelo Salão do Livro, baliza a primeira faixa de depósitos. Quem recebe valores acima do mínimo segue a mesma organização sequencial, mas em pares de finais.
Essa divisão busca reduzir filas nos bancos físicos e diluir a demanda no call center, garantindo mais estabilidade aos sistemas eletrônicos da Previdência.
Em caso de dúvida sobre qual final observar, basta olhar os dois últimos dígitos antes do traço no número do benefício. Se o identificador for 123456789-0, por exemplo, o dígito considerado é o 9.
O que fazer se o benefício não cair na conta
Passada a data prevista, o primeiro passo é acessar novamente o Meu INSS e checar se houve bloqueio ou suspensão. O sistema indica pendências como prova de vida não realizada ou inconsistência cadastral.
Quando há bloqueio automático, casos se multiplicam, como mostrou o levantamento sobre o sistema que surpreendeu aposentados em 2026. Nessa situação, o segurado deve reagendar a prova de vida ou apresentar documentos atualizados.
Central 135 e atendimento presencial
Se o extrato não exibir irregularidades, a Central 135 entra em cena para registrar reclamação formal. Durante a ligação, anote o protocolo, pois ele será solicitado em possíveis visitas futuras à agência.
Persistindo o problema, é possível marcar atendimento presencial pelo próprio aplicativo, escolhendo dia, hora e local. A recomendação é levar RG, CPF, comprovante de residência e extratos bancários que comprovem a ausência do crédito.
Quando identificada falha do sistema, o INSS costuma regularizar o valor acumulado na folha seguinte, com correção monetária.
Quem busca aumentar o valor da aposentadoria pode aproveitar para solicitar revisão do benefício, estratégia que, em 2026, promete garantir retroativos expressivos.
Mantenha documentação em ordem para atravessar o já famoso pente-fino anual da Previdência. A checagem de dados ganhou reforço e, segundo o instituto, evita fraudes e assegura dinheiro aos segurados regulares.
Embora o assunto pareça técnico, trata-se de tema recorrente nas rodas de conversa e, claro, também nas páginas do Salão do Livro, que acompanha de perto cada mudança na legislação previdenciária.


